domingo, 26 de julho de 2026

Cláudia Almeida(Kakau) Coordenadora Nacional do MNF emite Nota de repúdio ao conteúdo da Cartilha publicada pela CNM sobre os ACS


NOTA DE REPÚDIO

O MNF (MOVIMENTO NACIONAL DA FEDERALIZAÇÃO E DESPRECARIZAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE (ACS) E AGENTES DE COMBATE ÀS ENDEMIAS (ACE).

Manifesta seu mais veemente repúdio ao conteúdo da cartilha publicada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), intitulada "Agente de Saúde: da implantação à profissionalização verticalizada, riscos para a descentralização do SUS", por entender que o documento representa um ataque aos direitos constitucionais conquistados pelos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias ao longo de décadas de luta. 

É inaceitável que uma entidade representativa dos municípios trate direitos sociais e trabalhistas como se fossem ameaças à gestão pública. A valorização dos ACS e ACE não constitui privilégio, mas sim o cumprimento da Constituição Federal e do dever do Estado de promover justiça social, dignidade da pessoa humana e valorização do trabalho.

A CNM insiste em apresentar como problema aquilo que representa uma conquista histórica da sociedade brasileira. A PEC 14/2021 foi aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, demonstrando a vontade soberana do Poder Legislativo em reconhecer a importância estratégica dos ACS e ACE para o Sistema Único de Saúde.

A PEC assegura avanços históricos, entre eles:

aposentadoria especial com integralidade e paridade;

desprecarização definitiva dos vínculos de trabalho;

reconhecimento da categoria como carreira típica de Estado;

criação de um Sistema de Proteção Social Permanente para os ACS e ACE.

Essas conquistas não representam privilégios. Representam justiça para profissionais que dedicam suas vidas à prevenção de doenças, à promoção da saúde e à proteção da população brasileira.

Também repudiamos a tentativa da CNM de reduzir a discussão ao impacto financeiro para os municípios, ignorando os benefícios econômicos e sociais produzidos pelos agentes de saúde. Os ACS e ACE são responsáveis por ações de prevenção, vacinação, vigilância epidemiológica, controle de endemias, educação em saúde e acompanhamento das famílias, evitando o agravamento de doenças e reduzindo significativamente os custos do SUS.

Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização reafirma que os direitos sociais e trabalhistas não podem ser tratados como privilégios ou obstáculos à gestão pública. A Constituição Federal assegura, em seus princípios e direitos fundamentais, a proteção da dignidade da pessoa humana, dos direitos sociais e da valorização do trabalho, fundamentos que orientam toda a construção das políticas públicas voltadas aos trabalhadores brasileiros.

Repudiamos qualquer tentativa de enfraquecer conquistas históricas dos ACS e ACE, como a valorização profissional, o piso salarial nacional, a formação técnica, a proteção previdenciária e a busca por melhores condições de trabalho. Esses direitos representam o reconhecimento da relevância desses profissionais para a Atenção Primária à Saúde e para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Também rejeitamos a tentativa de apresentar propostas como o PLP 185/2024 e outras iniciativas legislativas de valorização da categoria exclusivamente sob a ótica do impacto financeiro, ignorando décadas de dedicação desses trabalhadores, que diariamente enfrentam riscos biológicos, físicos, químicos, climáticos e sociais para garantir o acesso da população às ações de prevenção, promoção e vigilância em saúde.

Os desafios financeiros dos municípios devem ser enfrentados por meio do fortalecimento do pacto federativo e da ampliação do financiamento da saúde, jamais pela restrição ou deslegitimação de direitos constitucionalmente assegurados aos trabalhadores.

Por fim, conclamamos os ACS, ACE, entidades representativas, parlamentares e toda a sociedade a permanecerem vigilantes na defesa dos direitos conquistados e da valorização desses profissionais, que constituem um dos pilares da Atenção Primária e do SUS.

Cada real investido nos Agentes Comunitários de Saúde e nos Agentes de Combate às Endemias retorna em benefícios para toda a sociedade, por meio da redução de internações hospitalares, da diminuição da necessidade de medicamentos e insumos, do controle de epidemias, da prevenção de doenças e da garantia de proteção social permanente aos cidadãos.

O fortalecimento da Atenção Primária à Saúde não enfraquece o SUS; ao contrário, reduz gastos com procedimentos de alta complexidade e melhora os indicadores de saúde da população.

Da mesma forma, o Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização entende que o verdadeiro debate deve ser a melhoria da gestão dos recursos públicos municipais. É amplamente conhecido que muitos municípios enfrentam problemas de gestão, planejamento e execução orçamentária, inclusive com dificuldades na correta aplicação de recursos vinculados ("verbas carimbadas") destinados às políticas públicas.

Também é preocupante que ainda existam municípios que não efetuam corretamente o pagamento do piso salarial nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, apesar da existência de assistência financeira da União destinada ao custeio desse piso, conforme previsto na legislação vigente. Essa realidade demonstra que o problema não pode ser atribuído exclusivamente à valorização dos trabalhadores, mas também à necessidade de maior eficiência, transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

Antes de atribuir aos direitos constitucionais dos ACS e ACE a responsabilidade pelas dificuldades financeiras municipais, é indispensável que cada gestor público promova uma gestão eficiente, transparente e comprometida com a correta aplicação dos recursos públicos, assegurando que as verbas destinadas às políticas de saúde cumpram sua finalidade e cheguem efetivamente aos profissionais e à população.

O Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização reafirma que continuará defendendo a efetivação integral da PEC 14/2021 e de todos os direitos conquistados pelos ACS e ACE, combatendo qualquer tentativa de retrocesso ou de enfraquecimento da categoria.

Nenhum direito a menos

A valorização dos ACS e ACE é um investimento na saúde pública, na prevenção de doenças e na qualidade de vida da população brasileira.

Por: Cláudia Almeida(KAKAU) Coordenadora Nacional do MNF (Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização dos ACS e ACE)


sábado, 25 de julho de 2026

Cartilha da CNM aponta risco à descentralização do SUS em mudanças normativas sobre Agentes Comunitários de Saúde. Veja a cartilha!

 Olá colegas ACS ACE de todo Brasil!

Veja abaixo, a matéria publicada no site da Agência CNM de notícias, sobre uma cartilha que segundo ela aponta risco à descentralização do SUS em mudanças normativas sobre os ACS. Veja a cartilha no link no final da matéria. Confira!

Uma das principais proposições consideradas como pauta-bomba, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021 é fruto da evolução normativa dos Agentes Comunitários de Saúde(ACS) e traz riscos para o processo de descentralização das ações e serviços de saúde. Esse processo e seus impactos para a autonomia municipal são temas debatidos pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) na cartilha Agente de Saúde: da implantação à profissionalização verticalizada, riscos para a descentralização do SUS

Aprovada pelo Senado em julho, a PEC amplia benefícios dos ACS e dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) e terá impacto de R$ 69 bilhões para os cofres municipais. O texto aguarda promulgação pelo Congresso. A cartilha resgata a trajetória de consolidação da profissão, demonstrando como, ao longo dos anos, emendas constitucionais, leis e portarias buscaram reconhecer e fortalecer o papel dos ACS na Atenção Primária à Saúde (APS). Ao mesmo tempo, o documento evidencia que a crescente produção normativa também trouxe desafios aos Municípios, especialmente em razão da centralização de decisões relacionadas à carreira, ao vínculo e às condições de trabalho desses profissionais.

Entre os problemas apontados estão o estabelecimento de padrões nacionais nem sempre condizentes com a realidade local. “Na prática, a gestão local passa a ser cobrada mesmo em comunidades com longas distâncias, pouca infraestrutura, maior vulnerabilidade social ou falta de equipe suficiente para apoiar e supervisionar o trabalho no território”, destaca o documento. O estabelecimento de obrigações financeiras sem os devidos recursos, por sua vez, aumentam o risco de passivo e dificulta o planejamento orçamentário.

Restrição da autonomia

Gradativamente, diversas regras passaram a ser definidas de forma verticalizada pelo Congresso Nacional e pelo governo federal, restringindo a autonomia dos Municípios para gerir seus recursos humanos. Esse movimento contrasta com o princípio da descentralização, um dos pilares do Sistema Único de Saúde, segundo o qual cabe aos Entes federativos exercerem suas competências de forma coordenada, respeitando suas atribuições constitucionais.

A CNM lembra que Entes locais demonstram que a assimetria entre responsabilidades assumidas e financiamento efetivamente transferido tende a gerar passivos trabalhistas, judicialização e comprometimento do equilíbrio fiscal, impactando não apenas a política de atenção primária, mas o conjunto das ações e serviços de saúde do Município.

Embora represente mais um marco na valorização dessas categorias, a PEC 14/2021 impõe desafios administrativos, jurídicos e financeiros aos Municípios, sobretudo pela criação de novas obrigações permanentes sem a correspondente definição da fonte de custeio. Para a CNM, fortalecer o Sistema único de Saúde exige não apenas o reconhecimento do trabalho dos ACS, mas também respeito às competências constitucionais dos Municípios e à necessária sustentabilidade das políticas públicas.

 CLIQUE AQUI e Veja a cartilha

 

Fonte: Agência CNM de Notícias

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Receita libera hoje(24/07) consulta ao 3º lote de restituição do Imposto de Renda. Faça sua consulta!


A Receita Federal libera nesta sexta-feira (24) apartir das 9h a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. A rodada contempla 2,7 milhões de de contribuintes, que receberão R$ 4,6 bilhões no dia 31 de julho.

Como será a divulgação

Consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2026 será liberada hoje(24/07). Para verificar se está entre os contemplados, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal (https://www.restituicao.receita.fazenda.gov.br/). Na página, basta incluir o número do CPF, a data de nascimento e escolher o ano da consulta desejada.

Receita também disponibiliza um aplicativo para a consulta dos contemplados. Além da página na internet, o Fisco oferece um aplicativo para smartphones e tablets, permitindo que o contribuinte consulte diretamente as informações sobre a liberação da restituição e a situação cadastral do CPF.

Pagamentos serão realizados na sexta-feira da semana que vem (31/07). Os depósitos do valor a restituir serão disponibilizados diretamente na conta bancária indicada pelos 9,6 milhões de contribuintes no momento de entregar a declaração. A Receita afirma que os pagamentos serão realizados ao longo do dia e podem variar dependendo da instituição financeira.

Lote encerra a fila de restituições regulares do Imposto de Renda 2026. Após contemplar 80% dos contribuintes nas duas etapas iniciais de pagamentos, a Receita afirma que o terceiro lote encerra a fila de restituições aptas deste ano. Com isso, permanecerão pendentes apenas restituições que ficaram retidas na malha fina ou ou que apresentam inconsistências nos dados bancários informados para o recebimento.

Chave Pix incorreta impediu o pagamento de cerca de 165 mil restituições. A Receita afirma que os pagamentos não foram realizados para o grupo de contribuintes que informou o CPF como chave PIX para recebimento, mas não possui conta bancária vinculada a essa chave.


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Fonte: economia.uol.com.br

quarta-feira, 22 de julho de 2026

ACS/ACE: FAÇA A SIMULAÇÃO DE SUA APOSENTADORIA DIFERENCIADA DE ACORDO A PEC 14. SIMULADOR GRÁTIS CONFIRA!

 Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil 

Após a aprovação da PEC 14/21, que trata da Aposentadoria Diferenciada e desprecarização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, muitas dúvidas surgiram em relação às regras e qual o tempo e idade necessários para poder se aposentar. Por isso, resolvi postar aqui no blog um simulador excelente que encontrei nas redes sociais para fazer a simulação da aposentadoria dos ACS e ACE, já de acordo com o que está estabelecido no texto aprovado da PEC 14. 

Se você é Agente de Saúde(ACS/ACE) e quer saber quando vai poder se aposentar Clique em uma das 02 calculadoras abaixo. faça a sua simulação de Aposentadoria Diferenciada agora mesmo!

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Será que a PEC 18 dos 03 salários mínimos para ACS ACE pode demorar como a PEC 22/11 do piso? Entenda!


A PEC 18/2022, que propõe a criação de um piso salarial de 3 salários mínimos para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) com formação técnica, já superou uma etapa importante ao ter sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

Agora, a proposta aguarda apenas a criação da Comissão Especial, responsável por analisar o mérito da matéria antes da votação em Plenário.

A espera, entretanto, levanta uma preocupação entre os profissionais da categoria: a PEC 18/2022 poderá enfrentar a mesma demora que ocorreu com a antiga PEC 22/2011, responsável por dar origem ao atual piso nacional de dois salários mínimos?

O que prevê a PEC 18/2022?

A PEC 18/2022 pretende criar um piso salarial diferenciado para os ACS e ACE que possuírem formação técnica específica.

A proposta, de autoria do deputado Valtenir Pereira, altera o artigo 198 da Constituição Federal para incluir o § 9º-A, estabelecendo que:

Agentes Comunitários de Saúde com formação técnica;

• Agentes de Combate às Endemias com formação técnica;

terão direito a um piso salarial correspondente a três salários mínimos, acima do piso nacional atualmente garantido pela Emenda Constitucional nº 120/2022.

O objetivo é reconhecer constitucionalmente a qualificação técnica da categoria e incentivar a formação profissional permanente.

Em que fase está a PEC 18/2022?

A proposta já concluiu a fase de admissibilidade.

Em 20 de março de 2026, a CCJC da Câmara dos Deputados aprovou o parecer pela admissibilidade da PEC.

Com isso, foi encerrada a primeira grande etapa da tramitação.

Atualmente, a PEC encontra-se aguardando:

 • criação da Comissão Especial;

 • eleição do presidente da comissão;

 • designação do relator;

 • discussão do mérito;

 • votação na Comissão Especial;

 • votação em dois turnos no Plenário da Câmara;

 • análise pelo Senado Federal.

O que aconteceu com a PEC 22/2011?

A comparação com a PEC 22/2011 chama atenção justamente pela demora registrada nessa mesma fase da tramitação.

Após superar a admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça, a proposta levou aproximadamente seis anos para que fosse constituída a Comissão Especial destinada à análise do mérito.

Somente após esse longo período o processo voltou a avançar.

Posteriormente, resultou na aprovação da Emenda Constitucional nº 120/2022, responsável por instituir o piso nacional equivalente a dois salários mínimos.

A PEC 18/2022 pode enfrentar a mesma demora?

Sim, pode. Mas isso não significa que necessariamente acontecerá.

A criação de uma Comissão Especial depende de diversos fatores políticos e administrativos, como:

 - decisão da Presidência da Câmara dos Deputados;

 - prioridades da pauta legislativa;

 - acordos entre os líderes partidários;

 - instalação das comissões permanentes;

 - organização dos trabalhos legislativos.

Não existe prazo constitucional ou regimental que obrigue a criação imediata da Comissão Especial após a aprovação da admissibilidade.

Por isso, algumas PEC's avançam rapidamente, enquanto outras permanecem aguardando por meses ou até anos.

Quais fatores podem acelerar a PEC 18/2022?

Alguns elementos podem contribuir para que a tramitação seja mais rápida do que ocorreu com a PEC 22/2011.

Entre eles:

• mobilização nacional dos ACS e ACE;

• apoio das entidades representativas;

• articulação da Frente Parlamentar em defesa da categoria;

• interesse político da Mesa Diretora da Câmara;

• inclusão da proposta entre as prioridades legislativas.

A recente aprovação da PEC 14/2021, que trata da aposentadoria especial dos ACS e ACE, demonstra que propostas voltadas à valorização da categoria podem ganhar força quando há ampla mobilização e consenso político.

Por que a Comissão Especial é tão importante?

É na Comissão Especial que ocorre a análise do mérito da proposta.

Diferentemente da CCJC, que verifica apenas a constitucionalidade e a admissibilidade da PEC, a Comissão Especial poderá:

 - discutir o conteúdo da proposta;

 - apresentar alterações;

 - receber emendas;

 - realizar audiências públicas;

 - elaborar um parecer definitivo sobre o mérito.

Somente após essa etapa a PEC poderá seguir para votação em dois turnos pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

O piso de três salários mínimos substituirá o atual?

Não necessariamente.

A PEC 18/2022 propõe um piso diferenciado.

Pelo texto apresentado:

• Permanece o piso nacional atualmente previsto para a categoria;

• Os profissionais que possuírem formação técnica específica passariam a receber um piso equivalente a três salários mínimos.

A proposta busca incentivar a qualificação técnica e reconhecer a complexidade crescente das atribuições desempenhadas pelos ACS e ACE na Atenção Primária à Saúde e na Vigilância em Saúde.

Histórico mostra que mobilização pode fazer diferença

A experiência da antiga PEC 22/2011 demonstra que propostas de emenda à Constituição podem permanecer por longos períodos em determinadas fases da tramitação.

Entretanto, também evidencia que a mobilização das categorias, o apoio parlamentar e a articulação institucional podem ser determinantes para destravar projetos considerados estratégicos.

Assim, embora exista um precedente de demora na criação da Comissão Especial, não é possível afirmar que a PEC 18/2022 seguirá exatamente o mesmo caminho.

Cada proposta possui seu próprio contexto político, prioridades legislativas e nível de articulação dentro do Congresso Nacional.

O que prevê a PEC 18/2022?

A proposta cria um piso salarial de três salários mínimos para ACS e ACE que possuírem formação técnica específica.

A PEC 18/2022 já foi aprovada?

Não. Até o momento, ela teve a admissibilidade aprovada pela CCJC da Câmara dos Deputados e aguarda a criação da Comissão Especial.

Qual é a próxima etapa da tramitação?

A instalação da Comissão Especial que analisará o mérito da proposta antes da votação em Plenário.

A PEC 22/2011 demorou quanto tempo nessa fase?

A constituição da Comissão Especial ocorreu aproximadamente seis anos após a conclusão da etapa equivalente à que a PEC 18/2022 se encontra atualmente.


Fonte: acsace.com.br

segunda-feira, 20 de julho de 2026

ACS/ACE: ENTENDA AS REGRAS DA APOSENTADORIA DIFERENCIADA SEGUNDO TEXTO DA PEC 14/21.(MATERIAL NOVO)


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Veja nas imagens abaixo, um material novo disponibilizado pelo FNARAS, que mostra de forma simples e objetiva, como fazer o cálculo da sua APOSENTADORIA DIFERENCIADA, conforme determina a PEC 14/21, que trata da Aposentadoria Diferenciada e desprecarização dos Agentes de Saúde. 

Ah! Compartilhe essa postagem com outros colegas para que eles também aprendem a fazer esse cálculo da sua Aposentadoria.

Veja no vídeo abaixo, as explicações de Dra. Elane Alves sobre o cálculo da Aposentadoria Diferenciada de acordo com o que está no texto da PEC 14/21. Confira!

Vídeo reprodução: FNARAS 

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Agente de Saúde é morto durante atendimento de triagem na sua área de trabalho

O assassinato do Agente de Saúde indígena Geovane Yanomami, ocorrido na última sexta-feira (17/07), na região de Xitei, Terra Indígena Yanomami, em Roraima, mobilizou forças federais e levou à retirada de parte dos profissionais de saúde que atuavam na área. A autoria e a motivação do crime são investigadas pela Polícia Federal.

Segundo o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Roraima (Siemesp-RR), os disparos ocorreram durante o horário de triagem de pacientes. Diante do ataque, os profissionais de saúde se trancaram no posto, deitando no chão em meio ao pânico enquanto aguardavam o fim dos tiros.

Já a Urihi Associação Yanomami apresentou uma versão diferente sobre a dinâmica do crime. A entidade informou que o posto de saúde não foi alvo dos disparos. De acordo com a associação, Geovane, que atuava como tradutor e intermediador cultural entre a equipe médica e a comunidade, foi atingido após sair momentaneamente do prédio para atender a uma necessidade pessoal. A Urihi classificou o caso como um incidente isolado e afirmou que não havia qualquer conflito entre os indígenas e os profissionais de saúde.

Após o homicídio, a Casa de Governo acionou equipes da Força Nacional para prestar apoio logístico ao Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y). Parte dos trabalhadores foi retirada da região por medida de segurança, enquanto os profissionais que permaneceram na área receberam reforço na proteção armada.

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), informou que oferece atendimento psicológico às equipes afetadas pela morte do agente. A pasta destacou ainda que a assistência médica à população indígena segue funcionando normalmente.

O funeral de Geovane Yanomami foi realizado no sábado (18), conforme os rituais tradicionais da comunidade. A Polícia Federal conduz as investigações para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.


Fonte: ac24horas.com

domingo, 19 de julho de 2026

ACS/ACE Veja o recado de Dra. ELANE para a categoria e a homenagem do FNARAS para ela


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Dra. Elane Alves Assessora jurídica do FNARAS (Fórum Nacional das Representações dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias), recebeu uma belíssima e merecida homenagem da entidade em total reconhecimento ao seu apoio incansável e dedicação à categoria.

A homenagem destaca o papel fundamental que ela desempenhou e desempenha na valorização, na defesa dos direitos e no fortalecimento da categoria em todo o país. O FNARAS, representando a voz dos Agentes de Saúde, expressou profunda gratidão pelo compromisso da Dra. Elane com as pautas e lutas históricas da classe.

"O reconhecimento do FNARAS à Dra. Elane reforça a importância de termos aliados de peso na nossa caminhada por mais direitos, respeito e valorização real dos Agentes de Saúde(ACS/ACE) no SUS."

Assista nos 02 vídeos abaixo, o recado da Assessora jurídica do FNARAS Dra. Elane Alves a toda categoria sobre a PEC 14, e a homenagem feita a ela pelo FNARAS. Confira!

VÍDEO 01: RECADO DE Dra. ELANE ALVES A TODOS OS AGENTES DE SAÚDE (ACS/ACE)

Vídeo reprodução: FNARAS 

VIDEO 2: HOMENAGEM DO FNARAS A ASSESSORA JURÍDICA Dra. ELANE ALVES

Vídeo reprodução: FNARAS 

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sábado, 18 de julho de 2026

ACS/ACE Vejam o Vídeo completo do 1° Seminário Nacional do FNARAS pós aprovação da PEC 14. Veja!


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Caso você por algum motivo não tenha assistido o 1° Seminário Nacional do FNARAS realizado hoje (18/07) pós aprovação da PEC 14, assista abaixo, o vídeo completo do seminário e tire suas dúvidas em relação ao que vai acontecer daqui pra frente. Confira!

Vídeo reprodução: FNARAS

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FNARAS: ACS/ACE O SEGUE LINK PARA ASSISTIR A 1° LIVE PÓS PEC 14 HOJE(18/07)


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

CLIQUE AQUI para assistir a 1° Live Pós PEC 14 que será realizada pelo FNARAS hoje(18/07) com transmissão pelo canal oficial da entidade no YouTube. Assista e Tire as suas dúvidas.

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