terça-feira, 28 de julho de 2026

Ilda Angélica e Dra. Elane Alves precisam da ajuda dos ACS e ACE. Entenda!


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Assista abaixo, o vídeo produzido pelo nosso colega Léo Sobral TACS no Rio de Janeiro, onde o mesmo mostra porque é importante que os Agentes de Saúde(ACS/ACE), apoie a candidatura de Ilda Angélica Presidente da CONACS para Deputada Federal, e também a candidatura de Dra. Elane Alves Assessora jurídica do FNARAS para Deputada Estadual pelo Estado da Bahia. Confira!

Vídeo reprodução Canal Léo Sobral 

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Prefeitura recebe visita técnica do médico Drauzio Varella e promove encontro com Agentes de Saúde. Veja!


Evento organizado pela Secretaria Municipal de Saúde reuniu importantes nomes ligados à Atenção Primária da saúde pública no país e propôs momento para reciclagem e valorização dos Agentes Comunitários de Saúde. Foto acima: ( Valter de Paula – Secretaria de Comunicação/PMU).

A Prefeitura de Uberlândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, recebeu, nesta segunda-feira (27), a visita do médico, oncologista, cientista e escritor Drauzio Varella, além de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), gestores estaduais e municipais de saúde e especialistas de diferentes regiões do país. Uberlândia é considerada referência e reconhecida como ‘Centro Colaborador’ do Conass para a Planificação da Atenção à Saúde. Inclusive, as equipes da Atenção Primária de Uberlândia apresentaram o melhor desempenho do Brasil em ranking divulgado, na semana passada, com base em dados do Ministério da Saúde.

“Hoje, podemos mostrar o trabalho que tem sido feito na prevenção, na Atenção Primária do município. Um trabalho que é fundamental para a saúde da nossa população. Estamos aqui para trocar conhecimento sobre as boas práticas para otimizar ainda mais o empenho que prestamos às pessoas”, considerou o prefeito Paulo Sérgio.

A programação faz parte da agenda técnica de acompanhamento das ações desenvolvidas pelo município na Atenção Primária à Saúde e reforça o protagonismo do Município como referência nacional na organização das Redes de Atenção à Saúde e na qualificação dos serviços oferecidos à população.

Na oportunidade, houve também um encontro com os agentes comunitários de saúde, no auditório Cícero Diniz, em que todos conferiram a exibição do documentário “Drauzio e os Agentes”, produzido pelo próprio médico e que destaca a importância e a relevância do trabalho desenvolvido pelos agentes de saúde na Atenção Primária e na consolidação do SUS.

“A realização deste encontro consiste em uma oportunidade única de valorização, reconhecimento e troca de experiências com um dos mais importantes nomes da saúde pública brasileira. E isso fortalece ainda mais o papel fundamental dos nossos agentes na promoção da saúde e no cuidado próximo e humanizado com a população”, ressaltou o secretário municipal de saúde, Adenilson Lima.

Valter de Paula – Secretaria de Comunicação/PMU

Programação

Durante os dois dias de atividades, o grupo de gestores e demais participantes vão conhecer experiências implantadas pelo município, que inclui o trabalho desenvolvido na Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Glória, referência na Planificação da Atenção à Saúde, a integração entre Atenção Primária e Atenção Ambulatorial Especializada na UAI São Jorge e o modelo de assistência do Hospital e Maternidade Municipal Dr. Odelmo Leão Carneiro, que está entre os três melhores hospitais públicos de Minas e entre os melhores do Brasil.

Confira a seguir a programação de hoje:

28 de julho (terça-feira): Visita Técnica à UAI São Jorge (Avenida Toledo, 165 – bairro Laranjeiras).

28 de julho (terça-feira): Visita Técnica ao Hospital e Maternidade Municipal Dr. Odelmo Leão Carneiro (Rua Mata dos Pinhais, 410 – Jardim Botânico).

O evento reafirma o reconhecimento nacional do trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Uberlândia na área da saúde e consolida o município como referência na implementação de práticas inovadoras, integradas e voltadas à melhoria contínua da assistência prestada aos cidadãos.


Fonte: Prefeitura de Uberlândia

domingo, 26 de julho de 2026

Cláudia Almeida(Kakau) Coordenadora Nacional do MNF emite Nota de repúdio ao conteúdo da Cartilha publicada pela CNM sobre os ACS


NOTA DE REPÚDIO

O MNF (MOVIMENTO NACIONAL DA FEDERALIZAÇÃO E DESPRECARIZAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE (ACS) E AGENTES DE COMBATE ÀS ENDEMIAS (ACE).

Manifesta seu mais veemente repúdio ao conteúdo da cartilha publicada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), intitulada "Agente de Saúde: da implantação à profissionalização verticalizada, riscos para a descentralização do SUS", por entender que o documento representa um ataque aos direitos constitucionais conquistados pelos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias ao longo de décadas de luta. 

É inaceitável que uma entidade representativa dos municípios trate direitos sociais e trabalhistas como se fossem ameaças à gestão pública. A valorização dos ACS e ACE não constitui privilégio, mas sim o cumprimento da Constituição Federal e do dever do Estado de promover justiça social, dignidade da pessoa humana e valorização do trabalho.

A CNM insiste em apresentar como problema aquilo que representa uma conquista histórica da sociedade brasileira. A PEC 14/2021 foi aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, demonstrando a vontade soberana do Poder Legislativo em reconhecer a importância estratégica dos ACS e ACE para o Sistema Único de Saúde.

A PEC assegura avanços históricos, entre eles:

aposentadoria especial com integralidade e paridade;

desprecarização definitiva dos vínculos de trabalho;

reconhecimento da categoria como carreira típica de Estado;

criação de um Sistema de Proteção Social Permanente para os ACS e ACE.

Essas conquistas não representam privilégios. Representam justiça para profissionais que dedicam suas vidas à prevenção de doenças, à promoção da saúde e à proteção da população brasileira.

Também repudiamos a tentativa da CNM de reduzir a discussão ao impacto financeiro para os municípios, ignorando os benefícios econômicos e sociais produzidos pelos agentes de saúde. Os ACS e ACE são responsáveis por ações de prevenção, vacinação, vigilância epidemiológica, controle de endemias, educação em saúde e acompanhamento das famílias, evitando o agravamento de doenças e reduzindo significativamente os custos do SUS.

Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização reafirma que os direitos sociais e trabalhistas não podem ser tratados como privilégios ou obstáculos à gestão pública. A Constituição Federal assegura, em seus princípios e direitos fundamentais, a proteção da dignidade da pessoa humana, dos direitos sociais e da valorização do trabalho, fundamentos que orientam toda a construção das políticas públicas voltadas aos trabalhadores brasileiros.

Repudiamos qualquer tentativa de enfraquecer conquistas históricas dos ACS e ACE, como a valorização profissional, o piso salarial nacional, a formação técnica, a proteção previdenciária e a busca por melhores condições de trabalho. Esses direitos representam o reconhecimento da relevância desses profissionais para a Atenção Primária à Saúde e para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Também rejeitamos a tentativa de apresentar propostas como o PLP 185/2024 e outras iniciativas legislativas de valorização da categoria exclusivamente sob a ótica do impacto financeiro, ignorando décadas de dedicação desses trabalhadores, que diariamente enfrentam riscos biológicos, físicos, químicos, climáticos e sociais para garantir o acesso da população às ações de prevenção, promoção e vigilância em saúde.

Os desafios financeiros dos municípios devem ser enfrentados por meio do fortalecimento do pacto federativo e da ampliação do financiamento da saúde, jamais pela restrição ou deslegitimação de direitos constitucionalmente assegurados aos trabalhadores.

Por fim, conclamamos os ACS, ACE, entidades representativas, parlamentares e toda a sociedade a permanecerem vigilantes na defesa dos direitos conquistados e da valorização desses profissionais, que constituem um dos pilares da Atenção Primária e do SUS.

Cada real investido nos Agentes Comunitários de Saúde e nos Agentes de Combate às Endemias retorna em benefícios para toda a sociedade, por meio da redução de internações hospitalares, da diminuição da necessidade de medicamentos e insumos, do controle de epidemias, da prevenção de doenças e da garantia de proteção social permanente aos cidadãos.

O fortalecimento da Atenção Primária à Saúde não enfraquece o SUS; ao contrário, reduz gastos com procedimentos de alta complexidade e melhora os indicadores de saúde da população.

Da mesma forma, o Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização entende que o verdadeiro debate deve ser a melhoria da gestão dos recursos públicos municipais. É amplamente conhecido que muitos municípios enfrentam problemas de gestão, planejamento e execução orçamentária, inclusive com dificuldades na correta aplicação de recursos vinculados ("verbas carimbadas") destinados às políticas públicas.

Também é preocupante que ainda existam municípios que não efetuam corretamente o pagamento do piso salarial nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, apesar da existência de assistência financeira da União destinada ao custeio desse piso, conforme previsto na legislação vigente. Essa realidade demonstra que o problema não pode ser atribuído exclusivamente à valorização dos trabalhadores, mas também à necessidade de maior eficiência, transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

Antes de atribuir aos direitos constitucionais dos ACS e ACE a responsabilidade pelas dificuldades financeiras municipais, é indispensável que cada gestor público promova uma gestão eficiente, transparente e comprometida com a correta aplicação dos recursos públicos, assegurando que as verbas destinadas às políticas de saúde cumpram sua finalidade e cheguem efetivamente aos profissionais e à população.

O Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização reafirma que continuará defendendo a efetivação integral da PEC 14/2021 e de todos os direitos conquistados pelos ACS e ACE, combatendo qualquer tentativa de retrocesso ou de enfraquecimento da categoria.

Nenhum direito a menos

A valorização dos ACS e ACE é um investimento na saúde pública, na prevenção de doenças e na qualidade de vida da população brasileira.

Por: Cláudia Almeida(KAKAU) Coordenadora Nacional do MNF (Movimento Nacional da Federalização e Desprecarização dos ACS e ACE)


sábado, 25 de julho de 2026

Cartilha da CNM aponta risco à descentralização do SUS em mudanças normativas sobre Agentes Comunitários de Saúde. Veja a cartilha!

 Olá colegas ACS ACE de todo Brasil!

Veja abaixo, a matéria publicada no site da Agência CNM de notícias, sobre uma cartilha que segundo ela aponta risco à descentralização do SUS em mudanças normativas sobre os ACS. Veja a cartilha no link no final da matéria. Confira!

Uma das principais proposições consideradas como pauta-bomba, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021 é fruto da evolução normativa dos Agentes Comunitários de Saúde(ACS) e traz riscos para o processo de descentralização das ações e serviços de saúde. Esse processo e seus impactos para a autonomia municipal são temas debatidos pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) na cartilha Agente de Saúde: da implantação à profissionalização verticalizada, riscos para a descentralização do SUS

Aprovada pelo Senado em julho, a PEC amplia benefícios dos ACS e dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) e terá impacto de R$ 69 bilhões para os cofres municipais. O texto aguarda promulgação pelo Congresso. A cartilha resgata a trajetória de consolidação da profissão, demonstrando como, ao longo dos anos, emendas constitucionais, leis e portarias buscaram reconhecer e fortalecer o papel dos ACS na Atenção Primária à Saúde (APS). Ao mesmo tempo, o documento evidencia que a crescente produção normativa também trouxe desafios aos Municípios, especialmente em razão da centralização de decisões relacionadas à carreira, ao vínculo e às condições de trabalho desses profissionais.

Entre os problemas apontados estão o estabelecimento de padrões nacionais nem sempre condizentes com a realidade local. “Na prática, a gestão local passa a ser cobrada mesmo em comunidades com longas distâncias, pouca infraestrutura, maior vulnerabilidade social ou falta de equipe suficiente para apoiar e supervisionar o trabalho no território”, destaca o documento. O estabelecimento de obrigações financeiras sem os devidos recursos, por sua vez, aumentam o risco de passivo e dificulta o planejamento orçamentário.

Restrição da autonomia

Gradativamente, diversas regras passaram a ser definidas de forma verticalizada pelo Congresso Nacional e pelo governo federal, restringindo a autonomia dos Municípios para gerir seus recursos humanos. Esse movimento contrasta com o princípio da descentralização, um dos pilares do Sistema Único de Saúde, segundo o qual cabe aos Entes federativos exercerem suas competências de forma coordenada, respeitando suas atribuições constitucionais.

A CNM lembra que Entes locais demonstram que a assimetria entre responsabilidades assumidas e financiamento efetivamente transferido tende a gerar passivos trabalhistas, judicialização e comprometimento do equilíbrio fiscal, impactando não apenas a política de atenção primária, mas o conjunto das ações e serviços de saúde do Município.

Embora represente mais um marco na valorização dessas categorias, a PEC 14/2021 impõe desafios administrativos, jurídicos e financeiros aos Municípios, sobretudo pela criação de novas obrigações permanentes sem a correspondente definição da fonte de custeio. Para a CNM, fortalecer o Sistema único de Saúde exige não apenas o reconhecimento do trabalho dos ACS, mas também respeito às competências constitucionais dos Municípios e à necessária sustentabilidade das políticas públicas.

 CLIQUE AQUI e Veja a cartilha

 

Fonte: Agência CNM de Notícias

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Receita libera hoje(24/07) consulta ao 3º lote de restituição do Imposto de Renda. Faça sua consulta!


A Receita Federal libera nesta sexta-feira (24) apartir das 9h a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. A rodada contempla 2,7 milhões de de contribuintes, que receberão R$ 4,6 bilhões no dia 31 de julho.

Como será a divulgação

Consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2026 será liberada hoje(24/07). Para verificar se está entre os contemplados, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal (https://www.restituicao.receita.fazenda.gov.br/). Na página, basta incluir o número do CPF, a data de nascimento e escolher o ano da consulta desejada.

Receita também disponibiliza um aplicativo para a consulta dos contemplados. Além da página na internet, o Fisco oferece um aplicativo para smartphones e tablets, permitindo que o contribuinte consulte diretamente as informações sobre a liberação da restituição e a situação cadastral do CPF.

Pagamentos serão realizados na sexta-feira da semana que vem (31/07). Os depósitos do valor a restituir serão disponibilizados diretamente na conta bancária indicada pelos 9,6 milhões de contribuintes no momento de entregar a declaração. A Receita afirma que os pagamentos serão realizados ao longo do dia e podem variar dependendo da instituição financeira.

Lote encerra a fila de restituições regulares do Imposto de Renda 2026. Após contemplar 80% dos contribuintes nas duas etapas iniciais de pagamentos, a Receita afirma que o terceiro lote encerra a fila de restituições aptas deste ano. Com isso, permanecerão pendentes apenas restituições que ficaram retidas na malha fina ou ou que apresentam inconsistências nos dados bancários informados para o recebimento.

Chave Pix incorreta impediu o pagamento de cerca de 165 mil restituições. A Receita afirma que os pagamentos não foram realizados para o grupo de contribuintes que informou o CPF como chave PIX para recebimento, mas não possui conta bancária vinculada a essa chave.


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Fonte: economia.uol.com.br

quarta-feira, 22 de julho de 2026

ACS/ACE: FAÇA A SIMULAÇÃO DE SUA APOSENTADORIA DIFERENCIADA DE ACORDO A PEC 14. SIMULADOR GRÁTIS CONFIRA!

 Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil 

Após a aprovação da PEC 14/21, que trata da Aposentadoria Diferenciada e desprecarização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, muitas dúvidas surgiram em relação às regras e qual o tempo e idade necessários para poder se aposentar. Por isso, resolvi postar aqui no blog um simulador excelente que encontrei nas redes sociais para fazer a simulação da aposentadoria dos ACS e ACE, já de acordo com o que está estabelecido no texto aprovado da PEC 14. 

Se você é Agente de Saúde(ACS/ACE) e quer saber quando vai poder se aposentar Clique em uma das 02 calculadoras abaixo. faça a sua simulação de Aposentadoria Diferenciada agora mesmo!

Calculadora 01 - CLIQUE AQUI

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Será que a PEC 18 dos 03 salários mínimos para ACS ACE pode demorar como a PEC 22/11 do piso? Entenda!


A PEC 18/2022, que propõe a criação de um piso salarial de 3 salários mínimos para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) com formação técnica, já superou uma etapa importante ao ter sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

Agora, a proposta aguarda apenas a criação da Comissão Especial, responsável por analisar o mérito da matéria antes da votação em Plenário.

A espera, entretanto, levanta uma preocupação entre os profissionais da categoria: a PEC 18/2022 poderá enfrentar a mesma demora que ocorreu com a antiga PEC 22/2011, responsável por dar origem ao atual piso nacional de dois salários mínimos?

O que prevê a PEC 18/2022?

A PEC 18/2022 pretende criar um piso salarial diferenciado para os ACS e ACE que possuírem formação técnica específica.

A proposta, de autoria do deputado Valtenir Pereira, altera o artigo 198 da Constituição Federal para incluir o § 9º-A, estabelecendo que:

Agentes Comunitários de Saúde com formação técnica;

• Agentes de Combate às Endemias com formação técnica;

terão direito a um piso salarial correspondente a três salários mínimos, acima do piso nacional atualmente garantido pela Emenda Constitucional nº 120/2022.

O objetivo é reconhecer constitucionalmente a qualificação técnica da categoria e incentivar a formação profissional permanente.

Em que fase está a PEC 18/2022?

A proposta já concluiu a fase de admissibilidade.

Em 20 de março de 2026, a CCJC da Câmara dos Deputados aprovou o parecer pela admissibilidade da PEC.

Com isso, foi encerrada a primeira grande etapa da tramitação.

Atualmente, a PEC encontra-se aguardando:

 • criação da Comissão Especial;

 • eleição do presidente da comissão;

 • designação do relator;

 • discussão do mérito;

 • votação na Comissão Especial;

 • votação em dois turnos no Plenário da Câmara;

 • análise pelo Senado Federal.

O que aconteceu com a PEC 22/2011?

A comparação com a PEC 22/2011 chama atenção justamente pela demora registrada nessa mesma fase da tramitação.

Após superar a admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça, a proposta levou aproximadamente seis anos para que fosse constituída a Comissão Especial destinada à análise do mérito.

Somente após esse longo período o processo voltou a avançar.

Posteriormente, resultou na aprovação da Emenda Constitucional nº 120/2022, responsável por instituir o piso nacional equivalente a dois salários mínimos.

A PEC 18/2022 pode enfrentar a mesma demora?

Sim, pode. Mas isso não significa que necessariamente acontecerá.

A criação de uma Comissão Especial depende de diversos fatores políticos e administrativos, como:

 - decisão da Presidência da Câmara dos Deputados;

 - prioridades da pauta legislativa;

 - acordos entre os líderes partidários;

 - instalação das comissões permanentes;

 - organização dos trabalhos legislativos.

Não existe prazo constitucional ou regimental que obrigue a criação imediata da Comissão Especial após a aprovação da admissibilidade.

Por isso, algumas PEC's avançam rapidamente, enquanto outras permanecem aguardando por meses ou até anos.

Quais fatores podem acelerar a PEC 18/2022?

Alguns elementos podem contribuir para que a tramitação seja mais rápida do que ocorreu com a PEC 22/2011.

Entre eles:

• mobilização nacional dos ACS e ACE;

• apoio das entidades representativas;

• articulação da Frente Parlamentar em defesa da categoria;

• interesse político da Mesa Diretora da Câmara;

• inclusão da proposta entre as prioridades legislativas.

A recente aprovação da PEC 14/2021, que trata da aposentadoria especial dos ACS e ACE, demonstra que propostas voltadas à valorização da categoria podem ganhar força quando há ampla mobilização e consenso político.

Por que a Comissão Especial é tão importante?

É na Comissão Especial que ocorre a análise do mérito da proposta.

Diferentemente da CCJC, que verifica apenas a constitucionalidade e a admissibilidade da PEC, a Comissão Especial poderá:

 - discutir o conteúdo da proposta;

 - apresentar alterações;

 - receber emendas;

 - realizar audiências públicas;

 - elaborar um parecer definitivo sobre o mérito.

Somente após essa etapa a PEC poderá seguir para votação em dois turnos pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

O piso de três salários mínimos substituirá o atual?

Não necessariamente.

A PEC 18/2022 propõe um piso diferenciado.

Pelo texto apresentado:

• Permanece o piso nacional atualmente previsto para a categoria;

• Os profissionais que possuírem formação técnica específica passariam a receber um piso equivalente a três salários mínimos.

A proposta busca incentivar a qualificação técnica e reconhecer a complexidade crescente das atribuições desempenhadas pelos ACS e ACE na Atenção Primária à Saúde e na Vigilância em Saúde.

Histórico mostra que mobilização pode fazer diferença

A experiência da antiga PEC 22/2011 demonstra que propostas de emenda à Constituição podem permanecer por longos períodos em determinadas fases da tramitação.

Entretanto, também evidencia que a mobilização das categorias, o apoio parlamentar e a articulação institucional podem ser determinantes para destravar projetos considerados estratégicos.

Assim, embora exista um precedente de demora na criação da Comissão Especial, não é possível afirmar que a PEC 18/2022 seguirá exatamente o mesmo caminho.

Cada proposta possui seu próprio contexto político, prioridades legislativas e nível de articulação dentro do Congresso Nacional.

O que prevê a PEC 18/2022?

A proposta cria um piso salarial de três salários mínimos para ACS e ACE que possuírem formação técnica específica.

A PEC 18/2022 já foi aprovada?

Não. Até o momento, ela teve a admissibilidade aprovada pela CCJC da Câmara dos Deputados e aguarda a criação da Comissão Especial.

Qual é a próxima etapa da tramitação?

A instalação da Comissão Especial que analisará o mérito da proposta antes da votação em Plenário.

A PEC 22/2011 demorou quanto tempo nessa fase?

A constituição da Comissão Especial ocorreu aproximadamente seis anos após a conclusão da etapa equivalente à que a PEC 18/2022 se encontra atualmente.


Fonte: acsace.com.br

segunda-feira, 20 de julho de 2026

ACS/ACE: ENTENDA AS REGRAS DA APOSENTADORIA DIFERENCIADA SEGUNDO TEXTO DA PEC 14/21.(MATERIAL NOVO)


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Veja nas imagens abaixo, um material novo disponibilizado pelo FNARAS, que mostra de forma simples e objetiva, como fazer o cálculo da sua APOSENTADORIA DIFERENCIADA, conforme determina a PEC 14/21, que trata da Aposentadoria Diferenciada e desprecarização dos Agentes de Saúde. 

Ah! Compartilhe essa postagem com outros colegas para que eles também aprendem a fazer esse cálculo da sua Aposentadoria.

Veja no vídeo abaixo, as explicações de Dra. Elane Alves sobre o cálculo da Aposentadoria Diferenciada de acordo com o que está no texto da PEC 14/21. Confira!

Vídeo reprodução: FNARAS 

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Agente de Saúde é morto durante atendimento de triagem na sua área de trabalho

O assassinato do Agente de Saúde indígena Geovane Yanomami, ocorrido na última sexta-feira (17/07), na região de Xitei, Terra Indígena Yanomami, em Roraima, mobilizou forças federais e levou à retirada de parte dos profissionais de saúde que atuavam na área. A autoria e a motivação do crime são investigadas pela Polícia Federal.

Segundo o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Roraima (Siemesp-RR), os disparos ocorreram durante o horário de triagem de pacientes. Diante do ataque, os profissionais de saúde se trancaram no posto, deitando no chão em meio ao pânico enquanto aguardavam o fim dos tiros.

Já a Urihi Associação Yanomami apresentou uma versão diferente sobre a dinâmica do crime. A entidade informou que o posto de saúde não foi alvo dos disparos. De acordo com a associação, Geovane, que atuava como tradutor e intermediador cultural entre a equipe médica e a comunidade, foi atingido após sair momentaneamente do prédio para atender a uma necessidade pessoal. A Urihi classificou o caso como um incidente isolado e afirmou que não havia qualquer conflito entre os indígenas e os profissionais de saúde.

Após o homicídio, a Casa de Governo acionou equipes da Força Nacional para prestar apoio logístico ao Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y). Parte dos trabalhadores foi retirada da região por medida de segurança, enquanto os profissionais que permaneceram na área receberam reforço na proteção armada.

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), informou que oferece atendimento psicológico às equipes afetadas pela morte do agente. A pasta destacou ainda que a assistência médica à população indígena segue funcionando normalmente.

O funeral de Geovane Yanomami foi realizado no sábado (18), conforme os rituais tradicionais da comunidade. A Polícia Federal conduz as investigações para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.


Fonte: ac24horas.com

domingo, 19 de julho de 2026

ACS/ACE Veja o recado de Dra. ELANE para a categoria e a homenagem do FNARAS para ela


Olá colegas ACS/ACE de todo Brasil!

Dra. Elane Alves Assessora jurídica do FNARAS (Fórum Nacional das Representações dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias), recebeu uma belíssima e merecida homenagem da entidade em total reconhecimento ao seu apoio incansável e dedicação à categoria.

A homenagem destaca o papel fundamental que ela desempenhou e desempenha na valorização, na defesa dos direitos e no fortalecimento da categoria em todo o país. O FNARAS, representando a voz dos Agentes de Saúde, expressou profunda gratidão pelo compromisso da Dra. Elane com as pautas e lutas históricas da classe.

"O reconhecimento do FNARAS à Dra. Elane reforça a importância de termos aliados de peso na nossa caminhada por mais direitos, respeito e valorização real dos Agentes de Saúde(ACS/ACE) no SUS."

Assista nos 02 vídeos abaixo, o recado da Assessora jurídica do FNARAS Dra. Elane Alves a toda categoria sobre a PEC 14, e a homenagem feita a ela pelo FNARAS. Confira!

VÍDEO 01: RECADO DE Dra. ELANE ALVES A TODOS OS AGENTES DE SAÚDE (ACS/ACE)

Vídeo reprodução: FNARAS 

VIDEO 2: HOMENAGEM DO FNARAS A ASSESSORA JURÍDICA Dra. ELANE ALVES

Vídeo reprodução: FNARAS 

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